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A Arena assume a frente da distensão

Brasília — Esforçam-se os dirigentes da Arena, notadamente seu líder no Senado, Sr Petrônio Portela, e seu novo presidente, Sr Francelino Pereira, por recompor, na base do programa votado pela convenção, a imagem do Partido perante a opinião pública e, mediante entendimentos em nível de lideranças com a Oposição, em criar clima propício a uma cooperação que possibilite uma gradual distensão até a retomada da normalidade democrática. Por outras palavras procura-se superar o clima criado pelo 1° de agosto, com a repercussão do discurso pronunciado naquela data pelo Presidente da República. Volta-se à distensão por outras vias, precedido o movimento de uma declaração de princípios nitidamente democrática, a qual envolveu inclusive recusa expressa do Partido em apoiar como recurso não emergencial o Ato n.° 5.

Essa virada arenista obedece evidentemente a uma estratégia de Governo com vistas ao processo eleitoral que já não pode ser abandonado, mas que já não pode levar o [...]
28/09/1975

“Ataliba, se você quiser ler o jornal, compre amanhã, porque não vai ler aqui não.” Aí ele olhou pra mim assim... Ele era muito calmo. Disse: “Já sei, não tem importância, um dia eu volto.” (março de 1945, quando acabou a censura)

Carlos Castello Branco, o repórter do Brasil
Texto de Zózimo Tavares

"O Piauí teve, sim, outros expoentes, mas foi Carlos Castello Branco, o menino da Rua da Glória, a nossa glória maior”

Durante mais de meio século, ele foi o repórter político do Brasil. Um repórter que soube interpretar o país, na agonia de duas ditaduras e na esperança de duas redemocratizações; no suicídio de um presidente da República (Getúlio Vargas), na renúncia de outro (Jânio Quadros), na deposição de mais um (João Goulart) pelas armas e no impeachment de outro (Fernando Collor) pelas armações. [+]

Ao metre
Texto de Merval Pereira

No dia 25, o jornalista Carlos Castello Branco, uma espécie de patrono dos colunistas políticos brasileiros, o maior entre nós todos, teria feito 90 anos. Reproduzo aqui trechos do prefácio que escrevi para a reedição de seu livro clássico “Os militares no poder”, da Editora Record. E adianto que brevemente estarei lançando um livro, pela mesma editora, com o título de “O lulismo no poder”, uma homenagem ao mestre. [+]

Na seção TEXTOS você encontra todas as "Colunas do Castello" publicadas diariamente entre os anos de 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências. [+]

Os fatos narrados de forma precisa, clara e direta.
Desde Jânio Quadros até Fernando Henrique Cardoso.
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