Figueiredo não indica
Brasília — O Presidente Figueiredo mantém-se fiel à sua decisão, tomada antes de assumir a Chefia do Governo, de não participar da escolha de candidatos a Governos estaduais. Ao encerrar, depois de apontado sucessor, com o Presidente Geisel a indicação de 21 governadores, considerou que esse método era inadequado e que o povo escolhe melhor. Por isso prefere que os Partidos assumam a responsabilidade de indicar seus candidatos e que o eleitorado vote no que lhe parecer melhor. Isso não o inibirá de participar da campanha em favor dos candidatos do seu Partido, depois de devidamente indicados pelas convenções.
O Governo federal, no entanto, não está omisso na coordenação das suas forças políticas e coube ao Ministro-Chefe do Gabinete Civil, Sr Leitão de Abreu, supervisionar negociações e oferecer sugestões para conciliar correntes em conflito dentro do PDS. Esse o sentido da sua presença nas negociações para escolher o candidato em Minas Gerais, tanto quanto atuou no caso
05/05/1982 |
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“Ataliba, se você quiser ler o jornal, compre amanhã, porque não vai ler aqui não.” Aí ele olhou pra mim assim... Ele era muito calmo. Disse: “Já sei, não tem importância, um dia eu volto.” (março de 1945, quando acabou a censura) |
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Carlos Castello Branco, o repórter do Brasil
Texto de Zózimo Tavares
"O Piauí teve, sim, outros expoentes, mas foi Carlos Castello Branco, o menino da Rua da Glória, a nossa glória maior”
Durante mais de meio século, ele foi o repórter político do Brasil. Um repórter que soube interpretar o país, na agonia de duas ditaduras e na esperança de duas redemocratizações; no suicídio de um presidente da República (Getúlio Vargas), na renúncia de outro (Jânio Quadros), na deposição de mais um (João Goulart) pelas armas e no impeachment de outro (Fernando Collor) pelas armações. [+] |
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Ao metre
Texto de Merval Pereira
No dia 25, o jornalista Carlos Castello Branco, uma espécie de patrono dos colunistas políticos brasileiros, o maior entre nós todos, teria feito 90 anos. Reproduzo aqui trechos do prefácio que escrevi para a reedição de seu livro clássico “Os militares no poder”, da Editora Record. E adianto que brevemente estarei lançando um livro, pela mesma editora, com o título de “O lulismo no poder”, uma homenagem ao mestre. [+] |
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Na seção TEXTOS você encontra todas as "Colunas do Castello" publicadas diariamente entre os anos de 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências. [+] |
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Os fatos narrados de forma precisa, clara e direta.
Desde Jânio Quadros até Fernando Henrique Cardoso.
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