Uma praxe e um incidente
Brasília — A viagem do Presidente da Argentina ao Brasil, que hoje se inicia, provocou uma reação dos Partidos de Oposição que se recusaram a indicar orador para saudar no Congresso o General Videla. A atitude é inédita e não prima pela coerência. Se os congressistas brasileiros pretendiam opor-se a encontros do Presidente do Brasil com o Chefe do Governo argentino deveriam ter manifestado essa intenção quando votaram o pedido de licença do General Figueiredo para ir a Buenos Aires. Naquela ocasião, o Senador Brossard, consultado pelo líder do Governo, informou que votaria a favor da licença, atitude alias inútil, pois, no mesmo momento em que era consultado a Mesa do Senado declarava concedida a licença por unanimidade.
O Presidente Figueiredo, seguindo a linha dos Governos Médici e Geisel, não levou parlamentares em sua comitiva. A tradição brasileira era outra: João Goulart levou o Deputado Herbert Levy aos Estados Unidos e Aliomar Baleeiro ao Chile. O
19/08/1980 |
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“Ataliba, se você quiser ler o jornal, compre amanhã, porque não vai ler aqui não.” Aí ele olhou pra mim assim... Ele era muito calmo. Disse: “Já sei, não tem importância, um dia eu volto.” (março de 1945, quando acabou a censura) |
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Carlos Castello Branco, o repórter do Brasil
Texto de Zózimo Tavares
"O Piauí teve, sim, outros expoentes, mas foi Carlos Castello Branco, o menino da Rua da Glória, a nossa glória maior”
Durante mais de meio século, ele foi o repórter político do Brasil. Um repórter que soube interpretar o país, na agonia de duas ditaduras e na esperança de duas redemocratizações; no suicídio de um presidente da República (Getúlio Vargas), na renúncia de outro (Jânio Quadros), na deposição de mais um (João Goulart) pelas armas e no impeachment de outro (Fernando Collor) pelas armações. [+] |
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Ao metre
Texto de Merval Pereira
No dia 25, o jornalista Carlos Castello Branco, uma espécie de patrono dos colunistas políticos brasileiros, o maior entre nós todos, teria feito 90 anos. Reproduzo aqui trechos do prefácio que escrevi para a reedição de seu livro clássico “Os militares no poder”, da Editora Record. E adianto que brevemente estarei lançando um livro, pela mesma editora, com o título de “O lulismo no poder”, uma homenagem ao mestre. [+] |
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Na seção TEXTOS você encontra todas as "Colunas do Castello" publicadas diariamente entre os anos de 1963 a 1993, além de entrevistas, discursos e correspondências. [+] |
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Os fatos narrados de forma precisa, clara e direta.
Desde Jânio Quadros até Fernando Henrique Cardoso.
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